PRIMEIROS SÓCIOS CORRESPONDENTES (2024)
1 – Ray Cunha - Escritor e Jornalista (Brasília)
PRIMEIROS SÓCIOS CORRESPONDENTES (2024)
1 – Ray Cunha - Escritor e Jornalista (Brasília)
Cadeira nº 1
Primeiro ocupante
HEITOR DE AZEVEDO PICANÇO

Biografia
Cadeira nº 2
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 3
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 4
Primeiro ocupante
FERNANDO CANTO PIMENTEL

Fernando Pimentel Canto (Fernando Canto) é natural de Óbidos, nasceu em 29.05.1954, é sociólogo, Mestre em Desenvolvimento Regional – UNIFAP, 2014 e Doutor em Sociologia – UFC/UNIFAP, 2017, atuou como professor de Introdução à Sociologia e de Metodologia de Pesquisa no antigo Núcleo de Educação da UFPA em Macapá (hoje UNIFAP), em 1983 e em 1985; lecionou Metodologia na UNESPA (Belém, 1989/90) Sociologia (Arquidiocese de Belém – 1991/92) e Antropologia Cultural na UFPA (Belém, 1992/94). Produziu trabalhos de cunho científico na área da sociologia e da antropologia, sendo um dos últimos o livro "Fortaleza de São José de Macapá - Vertentes Discursivas e as Cartas dos Construtores", publicado pelo Senado Federal e disponível na livraria do Senado. Foi aposentado como servidor da Universidade Federal do Amapá. Escritor ligado ao realismo fantástico, foi autor de romances, contos, crônicas, livros de poesias e textos culturais sobre o Amapá, onde passou a infância e a adolescência. Fernando, obteve Menção Honrosa no I Concurso CATA de Literatura (contos-1988) e o 3º lugar no mesmo concurso (monografias-1990). Participou das Antologias Contos Paraenses e Novos Contos Paraenses, ambas editadas pela CEJUP em 1988, e na Coletânea Poetas, Contistas e Cronistas do Meio do Mundo, 2009. Consagrado no I Concurso de Contos das Universidades do Norte, com “O Bálsamo”, 1992, publicado como “O Bálsamo e outros contos insanos”, lançado pela Editora Universitário, 1995. Colaborou em revistas e suplementos literários. Também publicou inúmeros artigos em jornais da região amazônica. Em 2010 os livros de Fernando Canto foram expostos na Casa da Cultura de Óbidos na “Mostra da Literatura Obidense” promovida pela Secretaria de Cultura de Óbidos durante o mês de julho. Membro de diversas associações culturais: Associação dos escritores do Rio de Janeiro, dos Escritores do Pará e dos escritores do Amapá; Academia Amapaense de Letras (presidente) e da Academia Maçônica de Letras do Estado do Amapá (vice-presidente). Foi membro do Conselho Territorial de Cultura do Amapá (1985/87), Coordenador de Cultura do Município de Macapá PMM (2003-2004), Diretor da Rádio, TV e da Editora Universitária/Universidade Federal do Amapá UNIFAP, membro do Conselho Editorial do Senado Federal. Compositor e músico, é vencedor de vários Festivais da Canção Amapaense, participou do Grupo Pilão, nos anos 80, no disco “Quando o pau quebrar”, grupo de vital importância no contexto da música do cabo-norte do Brasil e do conjunto musical “Os Mocambos”, que gravou o primeiro LP amapaense, em 1973, denominado Marabaixo. Premiado em diversos festivais, com inúmeras canções gravadas pelos mais diferentes intérpretes; parceiro de compositores dos mais diversos estilos desde canções românticas e folclóricas até sambas de enredo e marchas de carnaval, como personalidade, já foi tema de Escola de Samba em Macapá em 2012, foi Presidente da Universidade do Samba Bôemios do Laguinho, e premiado no edital de arte da SÉCULO/91, no quesito poesia coletiva. A obra literária de Fernando Canto deu causa a vários estudos em Estética sobre o seu realismo fantástico, especialmente os contos “O bálsamo”, “Esse estranho círio”, e o “O Centauro e as Amazonas”. Como sociólogo e artista, Fernando sempre apresentou posicionamento político contrário a ditadura militar de sua juventude e, recentemente, sua obra chegou a ter exposição evitada em livrarias conservadoras do Amapá, sob a alegação que não era adequada para crianças e adolescentes.
Cadeira nº 5
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 6
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 7
Primeiro ocupante
AMAURY GUIMARÃES FARIAS

Nasceu na fazenda Santa Maria da Prainha, localizada na foz do rio Amapá, município de Amapá, no dia 2 de fevereiro 1927, filho do capitão João Farias Filho, e Maria Guimarães Farias. Após cursar o primário na fazenda onde nasceu, viajou para Belém do Pará para cursar o ginasial nos colégios Progresso e Nossa Senhora do Carmo, somente após ter se casado e depois de sete filhos, concluiu o 2º grau no colégio Amapaense, em Macapá. Durante o curso, no colégio do Carmo, foi Presidente do Grêmio Dom Romualdo Coelho. Junto com outros colegas de turma fundou a União dos Estudantes Secundários do Pará, Após a conclusão do ginasial em Belém do Pará, voltou à fazenda onde morava e passou a tomar conta para seus irmãos dos bens que lhes foram deixados por morte de seus pais. Ainda nessa época, na cidade de Amapá, trabalhou como escrevente juramentado no Cartório Waldemar Balieiro. Foi nesse tempo que conheceu a professora primária Deusolina de Souza Salles, com quem se casou e tiveram sete filhos Amaury, Eury, Deury, Adaury, Leury, Gleury e Kleury. Ingressou no Quadro de Funcionários do Governo do Amapá, em 1º de março de 1949, admitido na função de desenhista da Divisão de Obras. Meses depois, foi designado para fiscalizar e receber as obras construídas no interior do território do Amapá, entre elas as escolas de Aruãs, na ,margem do rio Amazonas; Boa Esperança na foz do rio Cajari; Ajurixi, no rio Ajurixi; as escolas da foz dos rios Macacoari e Pedreira. Em outubro de 1949, foi designado para administrar as obras do Porto de Santana, em Macapá. Em 1953, foi designado para servir no navio hidrográfico “Rio Branco, comandado pelo capitão Maximiliano da Fonseca (posteriormente Ministro da Marinha), a fim de acompanhar a sondagem acústica para a confecção da carta do canal Norte do Rio Amazonas, passagem da linha do Equador e o Marco Zero (latitude 00º-0000”). Ainda em 1953 foi designado para acompanhar os serviços de prospecção da futura usina hidrelétrica de “Paredão”. Nesse mesmo ano, ganhou uma bolsa de estudos através de concurso, da Fundação Getúlio Vargas, especializando-se em Administração de Pessoal e Material. Ao regressar à Macapá, passou a fazer parte da Assessoria Técnica do Gabinete do Governador e junto com a equipe de assessores organizaram o Relatório Decenal do Território e fizeram a pesquisa sócio-econômico geográfica para assentamento de japoneses na colônia agrícola do Matapi. Em 1954, ingressou na loja Maçônica Duque de Caxias, pertencente a Grande Loja do Pará tendo exercido os cargos, Secretário e Venerável Mestre. Foi fundador das lojas maçônicas Francisco Torquato de Araújo, município de Mazagão e Cavaleiros de Setentrião no município de Macapá, onde foi Venerável Mestre, ocasião em as os veneráveis Mestres das demais lojas fundaram a Grande Loja Maçônica do Amapá, onde exerceu a função de 2º Grande Vigilante. Foi condecorado com a esfinge Cândido Marinho da Rocha pelos 25 anos da Fundação da Grande Loja do Pará. No ano de 1956, foi designado para administrar as obras da Hidrelétrica do paredão, quando foram construídos os escritórios e os primeiros alojamentos para operários, barragens de terra, rodovia de acesso e desmatamento da área de serviço. No início do ano de 1958, voltou para assessoria técnica do governo, tendo, nesse período fundado revista “Rumo” com o jornalista Ivo Torres, publicando nove números e, posteriormente, com o professor Moura, a revista “Hiléia” que teve um curto tempo de circulação. Ainda em 1958, entrou na política, participou da chapa única do PTB como suplente de Deputado Federal, encabeçada por Dalton Lima e, junto com Armando Lima Laranjeira, Raimundo Rodrigues Alves, José Monteiro, Josias Hagem Cardoso, Joca Furtado, Benedito Uchôa e Elfredo Távora, realizaram uma memorável campanha. Perderam a eleição, mas o Governo do Amapá conheceu a existência de uma oposição composta de determinados. Após a derrota, junto com Elfredo Távora e outros fundaram o jornal “Folha do Povo” onde denunciava, criticava e publicava suas criações poéticas e seus projetos. Amaury colaborou em vários jornais e revistas, publicando poesias, crônicas e lendas. Por motivos políticos, afastou-se do governo, voltando somente quando o Dr. Raul Montero Valdez assumiu o governo e efetivado no cargo de assistente de administração pelo Governador José Francisco de Moura Cavalcante. Durante a gestão desse Governador foi Secretário Geral da Prefeitura de Macapá e, quando o prefeito Ronaldo Souto Maior foi demitido, assumiu como prefeito de Macapá durante um mês. Em 1964 foi nomeado Superintendente dos Serviços Industriais pelo Governador Luiz Mendes da Silva e posteriormente Diretor da Seção de Estradas e Rodagem - SER, hoje SETRAP, onde administrou a execução de obras importantes, destacando-se a recuperação do trecho da BR-156 entre Ferreira Gomes/Amapá e Amapá/Calçoene, revestindo 90% desses trechos; Foi um dos primeiros a percorrer toda a extensão da estrada Macapá/Oiapoque, em 1970; participou da abertura da estrada Macapá/Mazagão e do subtrecho para Mazagão/Mazagão Velho; participou da recuperação desses trechos nos anos de 1975/76; foi o responsável fiscal pelo Fundo Rodoviário Municipal, acompanhando os trabalhos da construção da rodovias Macapá/Cutias/Itaubal/Santa Maria do Livramento; participou do novo projeto da BR-156, saindo da rota Calçoene/Lourenço/Oiapoque para pegar a rota Calçoene/Flaman/Carnot/Cunani/Cassiporé/Uaçá/Oiapoque. Em 1974, com Maria dos Ramos teve um filho, Lerimar Ramos Farias. Amaury casou-se novamente, no ano de 1976, com Margarete de Almeida com quem teve os filhos Mauriney, Marcela (falecida), Eliazar, Elianey e Élida. Em 1984 foi nomeado subchefe do gabinete civil, tendo exercido por um mês a chefia do Gabinete Civil do Governador Jorge Nova da Costa. Em 1987, fora do governo e aposentado, através da sua empresa AGF-Construção e Empreendimentos Ltda. reconstruiu a rodovia Lago Novo/ Terra Firme com 59 km de extensão, e iniciou a implantação do ramal de Duas Bocas com 29 km. Em 1981 filiou-se ao PMDB; em 1989 candidatou-se para a vaga de Senador na mesma época em que José Sarney foi eleito senador pelo Amapá. Em 1992 candidatou-se a vereador, mas não teve sucesso em virtude de problemas de saúde devido a uma operação de diverticulite e uma internação por enfarto do miocárdio. É jornalista profissional, credenciado para o jornal Amapá, Folha do Povo e outros; Lecionou matemática e desenho na Escola Industrial (Antigo Ginásio de Macapá) e hoje Escola Estadual Antônio Pontes, assim como nas Escolas Estaduais Azevedo Costa e Alexandre Vaz Tavares no município de Macapá e André Vidal Negreiros no município de Amapá. Em 2004 lançou seu primeiro livro, Ecos & Logias Amapaenses. Em 2006 lançou o segundo livro. Meus Momentos Políticos Foi fundador da Academia Amapaense de Letras ocupante da cadeira número 7, cuja patronesse é Deusolina Salles Farias. Faleceu em 11 de julho de 2007. Em 10 de dezembro de 2.025, através de Decreto da Assembleia Legislativa, a Rodovia Estadual AP-010 que liga o município de Macapá ao Município de Mazagão, passou a ser chamada Rodovia Amaury Guimarães Farias em sua homenagem pelos brilhantes serviços prestados ao Estado do Amapá na construção de abertura de várias estradas dentro do Estado. Seus Livros encontram-se disponíveis no site da amazon.com.br Fonte: (Biografia, escrita inicialmente, por Amaury Guimarães Farias e complementada por Adaury Salles Farias em 13/01/2026).
Cadeira nº 8
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Cadeira nº 9
Primeiro ocupante
Ainda não teve ocupante anterior
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Cadeira nº 10
Primeiro ocupante
NILSON MONTORIL DE ARAÚJO

Nilson Montoril de Araújo nasceu no dia 2 de maio de 1944, no município de Mazagão. É filho de Francisco Torquato de Araújo, pioneiro amapaense e emérito maçom da Grande Loja Maçônica do Amapá, e de Olga Montoril de Araújo. Viveu boa parte de sua infância em Mazagão e depois em comunidade localizada no rio Furo Seco, Ilha de Marajó. Sua infância foi envolta em um rico ambiente cultural de festividades culturais e religiosas, daí surgindo a sua paixão pelos costumes e tradições do povo amazônico. Formado em administração, entre os anos 70, 80 e 90 exerceu com muito zelo e dedicação na Secretaria de Educação e Cultura – SEC a árdua tarefa de planejar e executar o processo de desenvolvimento da educação, da cultura e do desporto amapaense. Integrou por muito tempo a equipe de notáveis planejadores da SEC, quando tudo estava por fazer. Nilson Montoril foi Presidente do Conselho de Educação e Presidente do Conselho de Cultura do Amapá, assim como da Academia Amapaense de Letras. Foi também conselheiro da nossa tradicional Banda, consagrado como o maior bloco carnavalesco da região Norte e um dos maiores e dos mais interessantes e irreverentes do Brasil, e também membro da Academia Amapaense Maçônica de Letras – AAML. Se aposentou como servidor federal, lotado na Universidade Federal do Amapá – Unifap. Atuou em diversos veículos de comunicação e sempre divulgou fatos, mitologia regional, nossas lendas e nossas tradições, contos e “causos”, bem como relatos diversos importantíssimos de nossa história, por muitos desconhecidos. Suas amizades, extremamente duradouras, não são e nunca foram poucas! Dentre elas destaco a com meu saudoso pai, João Lourenço da Silva, Carlos Nilson, Paulo Guerra, Professora Madalena, Professor Tostes, Maria Alves de Sá, Geraldo Leite e Geraldo Magela, por exemplo, um grupo de notáveis, como ele, que sonharam e souberam planejar a nossa educação. Antes de nos deixar foi merecidamente aclamado por unanimidade e homenageado como Presidente de Honra da Academia Amapaense de Letras, uma justíssima homenagem a este notável Mestre que com tanta dedicação e zelo sempre teve o cuidado de catalogar e guardar não só o arquivo da Academia como também da memória histórica do Amapá. Faleceu no dia 28 de março de 2023. Fonte: https://www.diariodoamapa.com.br/articulistas/wellington-silva/nilson-montoril-2/
Cadeira nº11
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 12
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 13
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 14
Primeira ocupante
ARACY MIRANDA de MONT´ALVERNE

Biografia
Cadeira nº 15
Primeiro ocupante
ESTÁCIO VIDAL PICANÇO

Biografia
Cadeira nº 16
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 17
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 18
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 19
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 20
1º Ocupante
ELFREDO FÉLIX TÁVORA GONSALVES

ELFREDO FELIX TÁVORA GONSALVES, filho do Tenente Coronel George Meyer Gonsalves, comandante de Marinha mercante, brasileiro naturalizado, comerciante e proprietário, de grandes seringais no rio Araguari e de D. Hildebranda Távora Gonsalves, cearense de Baturité, filha do Coronel João Franklin Távora, pecuarista, de grandes posses e 1.° Intendente do Município de Amapá, Nasceu em Belém, Estado do Pará, a 14 de janeiro de 1922. Estava com 10 meses de idade quando seu pai faleceu repentinamente, obrigando sua mãe a viajar com seus cinco irmãos para Ilha da Madeira, em Portugal onde seu pai tinha posses, permanecendo ai até aos 20 anos de idade, quando regressou ao Brasil, dedicando-se à exploração dos seringais da família, chegando ao Amapá a 13 de maio de 1943, quando ainda era Município do Pará. Após a criação do Território do Amapá, conheceu o então capitão Janary Gentil Nunes que havia sido nomeado Governador, a quem ofereceu um exemplar do livro "Verdadeiro Eldorado" escrito no ano de 1932, impresso na cidade do Porto, em Portugal por seu tio, o português Alfredo Gonsalves. Até o ano, de 1945 manteve boas relações com o governador do Amapá, mas quando lhe escreveu uma carta relatando fatos que considerava violentos praticados pelo Chefe de Polícia, capitão Humberto Vasconcelos, enquanto S.Exª. se encontrava no Rio de Janeiro, tudo isso mudou, porque: O Governador não deu importância às denúncias e respondeu-lhe com um telegrama agressivo: a partir desse momento começaram as hostilidades por parte do Chefe de Polícia e seus colaboradores. A euforia dos primeiros dois anos de governo começou a esfriar e surgiram os desentendimentos, resultando no afastamento do Dr. Otávio Mendonça, Diretor da Divisão de Educação. Depois foi a briga entre o Chefe de Gabinete, Dr. Paulo Eleutério Filho e o capitão Vasconcelos, atrito esse que mais tarde se acentuou quando ambos militavam na política de Belém, acabando em assassínio de Paulo Eleutério pelo seu oponente. Elfredo Távora criticava abertamente o regime paternalista adotado pelo governo. Surgiu então um manifesto na cidade, atribuído ao amapaense José Serra e Silva, extraordinária figura humana, o qual terminava com o slogan "a terra aos filhos da terra". Esses movimentos foram-se polarizando e acabaram em aglutinação de caráter político, tendo à frente Claudomiro Morais, Benedito da Costa Uchôa, Aurino, ltuassu Borges Oliveira, Aurélio Laranjeira, Jóca Furtado, Antero Furtado, Jeronimo Picanço em Macapá, Américo Saraiva, Chico Távora, Adelino Gurjão, Miguel Monteiro, Quintino Pontes, Horácio Alves e outros, convidados por Elfredo, fundaram o Trabalhista Brasileiro, no TFA, instalado na cidade de Amapá, a 26 de dezembro de 1946. Pressionado pelos homens do governo, fugiu de Macapá, permanecendo alguns meses em Belém, trabalhando na Companhia Telefônica e mantendo estreito relacionamento com a cúpula do PTB, ganhando a simpatia dos dirigentes, principalmente do Deputado Baeta Neves, Senadores Salgado Filho, Ivete Vargas e outros. Em 1950 foi para as ruas fazer a campanha de Getúlio Vargas para a Presidência da República e conseguiu do candidato uma mensagem especial ao povo do Amapá, que foi gravada no Hotel em Belém e transmitida pela Rádio Clube do Pará. Por estranha coincidência, na hora da transmissão, faltou energia em Macapá. Com a eleição do Getúlio Vargas, por força de um acordo político imposto pelo Presidente do PTB, o governo do Amapá nomeou Elfredo Távora para o cargo do Diretor da Divisão de Terras e Colonização. Com a morte de Getúlio Vargas, Elfredo foi entregar o cargo que ocupava, justificando que o acordo político era com o Presidente e esse estava morto. Voltou para oposição e nela se manteve até 1960. Casou-se com D. Maria Darcy Colares, filha do fazendeiro Ernesto Pereira Colares, do Município de Amapá, no ano de 1955, e foi residir em Porto Grande, dedicando-se à exploração agrícola de sua propriedade onde auferia recursos com o arrendamento de seus seringais. Mais tarde, contratado pelo empresário Waldemiro Gomes, foi residir as margens do rio Amapari, próximo à foz do rio Cupixizinho (igarapé dos índios), dedicando-se à compra do minério de cassiterita, Não perdeu o contato com os companheiros de partido e, em 1959, lançou o jornal "Combate" junto com Mário Luiz Barata, Dalton Cordeiro de Lima, Amaury Guimarães Farias, Raimundo Maia, José Araguarino Mont'Alverne, o qual teve duração efêmera. No mesmo ano fundou o semanário "Folha do Povo", assumindo a Direção de toda acompanha oposicionista durante os anos de 59 a 64. Com a chegada do Governador Luiz Mendes da Silva, foi nomeado para o cargo de Diretor da Divisão de Produção, permanecendo até 1967. Elfredo assumiu diversos cargos, citando-se, pela ordem cronológica; Presidente do Diretório Regional do PTB do Amapá; Diretor da Divisão de Terras e colonização; Diretor da Divisão de Produção; Presidente. da ARENA em Macapá; Chefe de Pessoal da ECICEL; Secretário executivo da Cooperativa do BNCC em Brasília. No ano de 1985, convidado pelo Governador Jorge Nova da Costa, assumiu a Chefia do Gabinete, permanecendo até o término do governo, sendo mantido no governo do Coronel Boucinha. Exerceu ainda os cargos de Presidente do Conselho Territorial; Superintendente da SENAVA e Representante do Amapá no Instituto de Altos Estudos da Amazônia. Aposentou-se em 1990 e, com 75 anos de idade, exerceu o cargo de Superintendente do SENAR em Macapá, desempenhando um excelente trabalho. É um dos homens ilustres do Estado do Amapá. Fonte: Personagens Ilustres do Amapá - Vol 1, de Coaracy Sobreira Barbosa - Imprensa Oficial -
2º Ocupante
CÉSAR BERNARDO DE SOUZA

César Bernardo de Souza, nasceu em 1952, em Volta Redonda (MG), mas vive no Amapá há mais de 40 anos. Filho de Esmeralda José de Souza e Fernando Bernardo de Souza, casado com a professora Consolação, pai de Tito, Fernando e Danilo, avô de Jéssica, Vili, Camilo, Letícia e Lorenzo. Formado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro/Faculdade de Ciências Agrícolas, chegou ao Amapá em 1974, através do Projeto Rondon, e aqui se radicou e passou a atuar como professor habilitado para o ensino de 1º e 2º graus nas disciplinas de Agricultura, Agricultura Especial, Zootecnia e Ciências em várias escolas da rede pública de Macapá. Foi Instrutor Supervisor de Educação para o Trabalho - FLBA/AP. Diretor do Museu de História Natural “Ângelo Moreira da Costa Lima”. Funcionário Público do Ex-Território Federal do Amapá. Articulista. Radialista. Membro da Associação Amapaense de Escritores - Apes. A partir de 1995 César Bernardo foi convidado a colaborar com artigos e crônicas para diversos jornais da capital (Diário do Amapá, Diário Zerão, Jornal da Cidade e Diário Marco Zero), além de publicar frequentemente seus textos no informativo eletrônico Ana Express. Participou da antologia Poetas, contistas e cronistas do meio do mundo (2009)
Cadeira nº 21
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 22
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 23
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 24
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 25
1º Ocupante
ALCY ARAÚJO CAVALCANTE

Biografia
Cadeira nº 26
1º Ocupante
EDGAR DE PAULA RODRIGUES

EDGAR RODRIGUES, amapaense nascido em Calçoene-AP, em 27/12/1955, é escritor, pesquisador histórico e jornalista, e toda a sua vida profissional é pautada de notícias, reportagens e pesquisas históricas. Já trabalhou em diversos jornais de Macapá (AP), entre eles o Jornal do Dia (diário), possui mais de 500 reportagens publicadas em vários jornais e sites; um acervo de quase 40 mil dados relacionados à História do Amapá, entre imagens e textos, e atualmente dedica sua vida na coleta e registro de dados relacionados à História da Amazônia. Autor dos livros Sonetos (poesia, 1978), Poeira (poesia e prosa, 1979), Niranaê (romance, 1997), Comércio do Amapá -a História (1979) e História do Ministério Público do Amapá (documentário, em co-autoria com Nilson Montoril, 2007). É membro do Instituto Memorial Amapá (possui medalha dos Notáveis edificadores do Amapá); da Academia Amapaense de Letras (Cadeira nº 26, cujo patrono é Mestre Oscar), e da Associação de Escritores do Amapá. Mantém o Blogs AMAPÁ DIA A DIA (http://edgaramapa.blogspot.com/), uma excelente fonte de consulta para dados históricos, imagens e registros sobre a História do Amapá; Pai de Edgar de Paula, Eduardo de Paula e Eric Gabriel do primeiro casamento, e de Laís Vitória Penha Rodrigues, e Rafael de Jesus Penha Rodrigues.
Cadeira nº 27
Oton Miranda de Alencar é filho do casal Otoniel Alves de Alencar e Augusta Miranda de Alencar. Nasceu no dia 19 de outubro de 1943, no município de Vitorino Freire (MA). Cursou Farmácia e Bioquímica (1969) pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Formado em Direito (1995) pela Universidade Federal do Amapá (Unifap), tornou-se advogado. Licenciado em Educação Profissional (1976) pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Foi professor Federal, especialista em Educação pelo Instituto de Estudos Avançados em Educação da Fundação Getúlio Vargas (RJ), bacharel em Teologia pela UFPA, doutor em Teologia (2003) pela Landmark Baptist Theological Seminary – Texas (USA), jornalista, cronista, escritor, juiz arbitral e juiz de paz, diretor de escola, professor de disciplinas na área de Química, Farmacologia e Biologia, membro do Conselho Estadual de Entorpecentes, assessor Parlamentar, ouvidor Geral do Estado do Amapá e colunista do jornal Diário do Amapá. Como escritor, publicou quatro obras: Crônicas Selecionadas (Hilárias, Líricas, Religiosos, Pessoas e Personalidades e Minhas Memórias); Estudo Introdutório à Carta aos Romanos; Comentário Exegético da Primeira Carta aos Coríntios e O Apóstolo da Amazônia – Biografia de Otoniel Alves de Alencar. Foi fundador da Academia de Letras Evangélica Amapaense e da Associação dos Advogados Evangélicos do Amapá e do Brasil. Em 2022 foi eleito para a Cadeira nº 27 da Academia Amapaense de Letras, cujo patrono é Otton Accioly Ramos. Pastor Oton foi casado há 53 anos com a também pastora Juracy de Almeida Alencar. Teve quatro filhos e nove netos. Foi eleito vice-presidente Nacional da Assembleia de Deus no Brasil. Criou as Missões Jovem, Infantil, da Família, da Integração e Discipulado, da Visitação, dos Núcleos Familiares, da Capelania, do Intercâmbio Parlamentar e Ouvidoria. Menções Honrosas: 1986 – Medalha de Honra ao Mérito como “Professor Destaque” do Instituto de Educação do Amapá; 1987 – Diploma pelos relevantes serviços prestados à Comunidade Amapaense pela Orientação do Uso Indevido de Drogas; 1993 – Medalha de Honra ao Mérito concedida pelo Jornal Evangélico do Amapá; 1995 – Título de Doutor Honoris Causa em Educação Teológica – Concedido pelo Conselho Nacional dos Teólogos do Brasil; 1997 – Título de Cidadão de Macapá – Concedido pela Câmara Municipal de Macapá; 1997 – Votos de Congratulação pelos relevantes serviços prestados na área social e de evangelização, concedidos pela Câmara Municipal de Macapá; 1998 – Título de Amigo do 3º BIS – Pela Demonstração de Amizade e Colaboração ao Exército Brasileiro; 2000 – Eleito Presidente do Diretório Regional da Sociedade Bíblica do Brasil; 2001 – Diploma de Conselheiro do Cecre pela Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil; 2004 – Título de Doutor Honoris Causa em Defesa do Ensino Teológico – Concedido pelo Instituto Bíblico de Campinas de Goiás; 2006 – Ordenado, consagrado e legitimado a Bispo pela Ordem dos Ministros Evangélicos do Amapá e Conselho Ordenatório de Lideranças Evangélicas; 2007 – Eleito vice-presidente da Ordem dos Ministros Evangélicos do Amapá; 2007 – Membro do Conselho Regional Norte da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil; 2009 – Presidente da União Fraternal das Assembleias de Deus no Amapá; 2010 – Eleito Vice-Presidente da Convenção Evangélica das Assembleias de Deus no Distrito Federal; 2010 – Reconhecido como Apóstolo da Amazônia – Pela Coalização de Apóstolo e Profetas do Brasil; 2016 – Diploma do Curso de Bacharel em Teologia pelo International Seminary Hosanna and Bible School, Corp.

1º Ocupante
Pr. OTON MIRANDA DE ALENCAR
Cadeira nº 28
1º Ocupante
Pe. JORGE BASILE

inserir biografia aqui
Cadeira nº 29
1º Ocupante
ARTUR NERY MARINHO

ARTHUR NERY MARINHO, nasceu no dia 23 de setembro de 1923, na cidade Chaves, Estado do Pará, filho de Waldemar da Silva Marinho, funcionário público municipal e de D. Raimunda Nery Marinho. Estudou o curso primário em Chaves, de 1941 a 1944 e, ao se transferir para Macapá, em 11 de março de 1945, estudou o ginasial no Colégio Amapaense, nos anos de 1949/50. Ingressou no Quadro de Funcionários do Governo do Amapá, no dia 16 de abril de 1945, na função de Escriturário mensalista, lotado na Divisão de Obras; em 1º de julho do mesmo ano, foi enquadrado em caráter provisório Escriturário nível 10-B; em 31 de março de 1965, foi promovido para a Classe de Oficial de Administração; readaptado para a classe de Redator nível 19 em 20/9/1966; promovido a Redator nível 21-B em 30/6/1972 e em 31/3/75 para o nível 22. Posteriormente, foi classificado como Técnico em Comunicação Social, função em que foi aposentado em 2 de setembro de 1981. Arthur Nery Marinho exerceu o cargo de Diretor da Imprensa Oficial em três períodos: 15/7/55, 15/5/57 e 10/12/1962; Chefe do Gabinete do Governador em 14/6/1963; Chefe de Expediente da Secretaria Geral do Território em 26/6/63 e 12/3/1964; Chefe da Divisão de Comunicação Social em 23/3/81 e 2119/81. Participou da Comissão para coordenar o relatório governamental em 21/11/63; Membro da Comissão de elaboração dos Regimentos Internos em 25/11/1965; Designado para compor a equipe que elaborou o regime de tempo integral em 2/1/1966. Exerceu ainda o cargo de Assessor de Relações Públicas da Prefeitura de Macapá, na gestão do Prefeito Murilo Agostinho Pinheiro; foi Presidente e Secretário da Federação Amapaense de Desportos; Diretor de Secretaria do Esporte Clube Macapá; Secretário da Sociedade Esportiva e Recreativa São José e fundador do Grêmio Literário e Cívico Rui Barbosa. Casou-se com Marialva Braga Marinho, que lhe deu as filhas Rosaura, Mariângela e Luciângela. Separado da primeira esposa (falecida), contraiu núpcias com D. Idalgina Nunes Marinho que lhe deu os filhos Teócrito Tibiriçá, Demócrito Tupiaçu, Agildo Iberê e Indiara Patrícia. Arthur Nery Marinho fez parte do jornalismo amapaense, escrevendo artigos, crônicas, fatos históricos e poesias nos jornais "Amapá", "Revista do Amapá", "Revista Rumo", jornal "Amapá", jornal "Marco Zero", jornal "A Voz Católica", jornal "Opinião", jornal "Observador", "Jornal do Povo". Arthur Nery Marinho faleceu a 24/03/2003, em Macapá, onde também foi sepultado. Um cidadão pioneiro do Amapá, funcionário público exemplar e jornalista notável figura com destaque entre os Personagens IIustres do Amapá, pela sua cultura e pelo homem simples e trabalhador que foi. Biografia escrita por Coaracy Sobreira Barbosa publicada no Livro Personagens Ilustres do Amapá, Vol. II, edição de 1998.
Cadeira nº 30
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 31
1º Ocupante
JOSÉ DE ALENCAR FEIJÓ BENEVIDES
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Cadeira nº 32
1º Ocupante
ANTÔNIO CARLOS DA SILVA FARIAS

Sua vida universitária se inicia na década de 1970 e em 1974 conclui os cursos de Licenciatura Plena em Biologia na Universidade e Museologia – COREM, ambos na Universidade Federal do Pará. Logo após conclui as seguintes pós-graduações latu-sensu: Metodologia do Ensino Superior - Universidade Federal do Pará - UFPA - 1978; Sistemática Zoológica - CNPQ - INPA - AM - 1981; Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia - INPA - AM - 1981; Sistemática Gradista - INPA – AM - 1981; Autoestudo de Política e Estratégias Nacionais - Escola Superior de Guerra ESG - RJ - 1990. Já em 1982 conclui o mestrado em Ciências pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. Por fim inicia em 1983 o doutorado em Ciências Biológicas, com foco em Ecologia, pelo CNPQ - INPA- AM. No ano de 1983 tranca o doutorado para se dedicar à gestão ambiental do Estado do Amapá, tarefa a qual se dedicou com maestria desde então, o que fez com que não concluísse seu doutorado no INPA- AM. O senhor Antônio Carlos da Silva Faria, doutor por experiência a ser reconhecida por este conselho, possui uma vasta atuação na área ambiental, o que o torna responsável ou participante de boa parte das políticas e estratégias ambientais de sucesso do Estado do Amapá; além da participação em outras atividades que promoveram o desenvolvimento social, cultural e econômico de nosso Estado. Dentre as mais diversas atividades desempenhadas pelo doutor Antônio Faria, destacam-se: •Diretor do Museu de História Natural COSTA LIMA - Macapá - AP - 1977 a 1985; •Vice-Presidente do Conselho Estadual de Cultura do Amapá - 1980 a 1985; •Presidente do Conselho Estadual de Meio Ambiente do Amapá - COEMA - 1989 a 1994, 2002 a 2004, 2006 a 2007; •Diretor Presidente e Fundador do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapã - IEPA - Macapá AP. 1999 a 2001 e 2004 a 2006; •Secretário do Estado do Meio Ambiente do Estado de Amapá - SEMA, por quatro vezes, de 1989 a 1994, 2002 a 2003, 2006 a 2007; •Secretário Especial de Desenvolvimento Econômico do Estado do Amapá - SEDE - com a responsabilidade de coordenar todos os órgãos da Administração direta e indireta (17) relacionadas ao desenvolvimento econômico do Estado do Amapá - 2007 a 2010; •Secretário de Estado do Turismo do Amapá - SETUR - Acumulando com a função de Secretário Especial de Desenvolvimento Econômico do Estado do Amapá - 2008. •Participação como presidente da sessão de ornitologia do IX Congresso Brasileiro de Zoologia em Porto Alegre - 1982; •Participação no X Congresso Brasileiro de Zoologia como presidente do I encontro Brasileiro de Ornitologia - Belo Horizonte - 1983; •Membro efetivo e Perpetuo da Academia Amapaense de Letras, cadeira no 32, desde 1988; •Membro do Comitê de Coordenação do Sistema Nacional de Museus - 1988 a 1990; •Membro do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA - 1990 a 2004; •Membro da Delegação Brasileira nas reuniões Mundiais do Meio ambiente Rio - 92; •Participação a convite do Senado Federal, do grupo de trabalho "Biotecnologia e Meio Ambiente” para emitir parecer sobre clonagem e Transgênico - Brasília - 1998; •Membro do Comitê de Avaliação Externo da EMBRAPA - AP - desde 1998; •Consultor AD HOC, para o curso de Inovação Tecnológica e Qualidade - CNPQ - ABIPT - 2000; •Membro da Delegação Brasileira na reunião Mundial do Meio Ambiente em Joanesburgo 2002; •Participação em reuniões de estudo de força tarefa da GCF em Los Angeles - USA, Jacarta, Bali, Banda na Indonésia, Belém - PA - BR; •Representante do Governo do Estado no Conselho Operacional do Fundo Amazônia 2009 - 2020; •Membro do Conselho deliberativo do SEBRAE - AP, representando o Governo do Estado do Amapá - GEA; •Ninhais do Território Federal do Amapá - Anais do IX Congresso Brasileiro de Zoologia - Porto Alegre - 1982; •Contribuição ou estudo de Ciconiformes e Pelacaniformes no Território Federal do Amapá - X Congresso Brasileiro de Zoologia - Anais - Belo Horizonte/MG - 1983; •Levantamento de Avifauna do Rio Falcino - Amapá. XI Congresso Brasileiro de Zoologia - Anais Belém/PA - 1984; •Aves ameaçadas de extinção, existente no Território Federal do Amapá. XI Congresso Brasileiro de Zoologia - Anais - Belém/PA - 1984; •Avifauna do braço do rio Macacoari. XI Congresso Brasileiro de Zoologia - Anais - Belém/PA - 1984; •Levantamento da Avifauna da Ilha do Maracá. II Encontro Nacional de Anilhadores de Aves - Anais Rio de Janeiro - 1986; •Síntese do planejamento participativo do IEPA. Ciência e Tecnologia para o desenvolvimento sustentável Cap. IV - IEPA - 2001; •Parque Nacional Montanha do Tumucumaque. Assembléia Legislativa do Estado do Amapá - 2004. Cumpre destacar também que o docente fez parte do grupo de trabalho que trabalhou para a criação da Universidade do Estado do Amapá.
Cadeira nº 33
1º Ocupante
HÉLIO GUARANY PENNAFORT

Biografia
Cadeira nº 34
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 35
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 36
Ainda não teve ocupante anterior
Cadeira nº 37
1º Ocupante
DAGOBERTO DAMASCENO COSTA

Biografia
Cadeira nº 38
1º Ocupante
ANTÔNIO MUNHOZ LOPES

Biografia
Cadeira nº 39
Ainda não teve ocupante anterior

